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Questões de História - ENEM PPL | Gabarito e resoluções

Questão 60
2017História

(ENEM PPL - 2017)O garfo muito grande, com dois dentes, que era usado para servir as carnes aos convidados, antigo, mas no o garfo individual. Este data mais ou menos do sculo XVI e difundiu-se a partir de Veneza e da Itlia em geral, mas com lentido. O uso s se generalizaria por volta de 1750. BRAUDEL, F. Civilizao material, economia e capitalismo: sculos XV-XVIII; as estruturas do cotidiano. So Paulo: Martins Fontes, 1977 (adaptado). No processo de transio para a modernidade, o uso do objeto descrito relaciona-se

Questão 70
2017História

(ENEM PPL - 2017) Mas a Primeira Guerra Mundial foi seguida por um tipo de colapso verdadeiramente mundial, sentido pelo menos em todos os lugares em que homens e mulheres se envolviam ou faziam uso de transaes impessoais de mercado. Na verdade, mesmo os orgulhosos EUA, longe de serem um porto seguro das convulses de continentes menos afortunados, se tornaram o epicentro deste que foi o maior terremoto global medido na escala Richter dos historiadores econmicos a Grande Depresso do entreguerras. HOBSBAWM, E. J. Era dos extremos: o breve sculo XX (1914-1991). So Paulo: Cia. das Letras, 1995. A Grande Depresso econmica que se abateu nos EUA e se alastrou pelo mundo capitalista deveu-se ao()

Questão 72
2017História

(ENEM PPL - 2017) O movimento abolicionista, que levou libertao dos escravos pela Lei urea em 13 de maio de 1888, foi a primeira campanha de dimenses nacionais com participao popular. Nunca antes tantos brasileiros se haviam mobilizado de forma to intensa por uma causa comum, nem mesmo durante a Guerra do Paraguai. Envolvendo todas as regies e classes sociais, carregou multides a comcios e manifestaes pblicas e mudou de forma dramtica as relaes polticas e sociais que at ento vigoravam no pas. GOMES, L.1889. So Paulo: Globo, 2013 (adaptado). O movimento social citado teve como seu principal veculo de propagao o(a)

Questão 77
2017HistóriaSociologia

(ENEM PPL - 2017) A luta contra o racismo, no Brasil, tomou um rumo contrrio ao imaginrio nacional e ao consenso cientfico, formado a partir dos anos 1930. Por um lado, o Movimento Negro Unificado, assim como as demais organizaes negras, priorizaram em sua luta a desmistificao do credo da democracia racial, negando o carter cordial das relaes raciais e afirmando que, no Brasil, o racismo est entranhado nas relaes sociais. O movimento aprofundou, por outro lado, sua poltica de construo de identidade racial, chamando de negros todos aqueles com alguma ascendncia africana, e no apenas os pretos. GUIMARES, A. S. A. Classes, raas e democracia. So Paulo: Editora 34, 2012. A estratgia utilizada por esse movimento tinha como objetivo

Questão 79
2017História

(ENEMPPL - 2017) Nos primeiros anos do governo Vargas, as organizaes operrias sob controle das correntes de esquerda tentaram se opor ao seu enquadramento pelo Estado. Mas a tentativa fracassou. Alm do governo, a prpria base dessas organizaes pressionou pela legalizao. Vrios benefcios, como as frias e a possibilidade de postular direitos perante as Juntas de Conciliao e Julgamento, dependiam da condio de ser membro de sindicato reconhecido pelo governo. FAUSTO, B. Histria concisa do Brasil. So Paulo: Edusp; Imprensa Oficial do Estado, 2002 (adaptado). No contexto histrico retratado pelo texto, a relao entre governo e movimento sindical foi caracterizada

Questão 83
2017História

(ENEMPPL - 2017) Art. 1 O estrangeiro que, por qualquer motivo, comprometer a segurana nacional ou a tranquilidade pblica, pode ser expulso de parte ou de todo o territrio nacional. Art. 2 So tambm causas bastantes para a expulso: 1) a condenao ou processo pelos tribunais estrangeiros por crimes ou delitos de natureza comum; 2) duas condenaes, pelo menos, pelos tribunais brasileiros, por crimes ou delitos de natureza comum; 3) a vagabundagem, a mendicidade e o lenocnio competentemente verificados. BRASIL. Lei 1.641, de 7 de janeiro de 1907. Disponvel em: www2.camara.leg.br. Acesso em: 29 ago. 2012 (adaptado). No incio do sculo XX, na transio do trabalho escravo para o livre, os objetivos da legislao citada eram

Questão 86
2017HistóriaSociologia

(ENEM PPL - 2017)Na antiga Vila de So Jos del Rei, a atual cidade de Tiradentes (MG), na primeira metade do sculo XVIII, mais de cinco mil escravos trabalhavam na minerao aurfera. Construram sua capela, dedicada a Nossa Senhora do Rosrio. Na fachada, colocaram um oratrio com a imagem de So Benedito. A comunidade do sculo XVIII era organizada mediante a cor, por isso cada grupo tinha sua irmandade: a dos brancos, dos crioulos, dos mulatos, dos pardos. Em cada localidade se construa uma igreja dedicada a Nossa Senhora do Rosrio. Com a decadncia da minerao, a populao negra foi levada para arraiais com atividades lucrativas diversas. Eles se foram e ficou a igreja. Mas, hoje, est sendo resgatada a festa do Rosrio e o Terno de Congado. CRUZ, L. F e identidade cultural. Disponvel em: www.revistadehistoria.com.br. Acesso em: 4 jul. 2012. Na lgica analisada, s duas festividades retomadas recentemente, na cidade mineira de Tiradentes, tm como propsito

Questão 7
2016História

(ENEM PPL - 2016) Os escravos tornam-se propriedade nossa seja em virtude da lei civil, seja da lei comum dos povos; em virtude da lei civil, se qualquer pessoa de mais de vinte anos permitir a venda de si prpria com a finalidade de lucrar conservando uma parte do preo da compra; e em virtude da lei comum dos povos, so nossos escravos aqueles que foram capturados na guerra e aqueles que so filhos de nossas escravas. CARDOSO, C. F. Trabalho compulsrio na Antiguidade. So Paulo: Graal, 2003. A obra Institutas, do jurista Aelius Marcianus (sculo III d.C.), instrui sobre a escravido na Roma antiga. No direito e na sociedade romana desse perodo, os escravos compunham uma

Questão 10
2016História

(ENEM PPL - 2016) No aniversrio do primeiro decnio da Marcha sobre Roma, em outubro de 1932, Mussolini ir inaugurar sua Via dell Impero; a nova Vida Sacra do Fascismo, ornada com esttuas de Csar, Augusto, Trajano, servir ao culto do antigo e glria do Imprio Romano e de espao comemorativo do ufanismo italiano. s sombras do passado recriado ergue-se a nova Roma, que pode vangloriar-se e celebrar seus imperadores e homens fortes; seus grandes poetas e aplogos como Horcio e Virglio. SILVA, G. Histria antiga e usos do passado: um estudo de apropriaes da Antiguidade sob o regime de Vichy. So Paulo: Annablume, 2007 (adaptado). A retomada da Antiguidade clssica pela perspectiva do patrimnio cultural foi realizada com o objetivo de

Questão 22
2016História

(ENEM PPL - 2016) , com tanto pau no mato Embaba* coron Com tanto pau no mato, Com tanto pau no mato Embaba coron * Embaba: rvore comum e intil por ser podre por dentro, segundo o historiador Stanley Stein. STEIN, S. J. Vassouras: um municpio brasileiro do caf, 1850-1900. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990 (adaptado). Os versos fazem parte de um jongo, gnero poticomusical cantado por escravos e seus descendentes no Brasil no sculo XIX, e procuram expressar a

Questão 24
2016HistóriaPortuguês

(ENEM PPL - 2016) TEXTO I Embora eles, artistas modernos, se deem como novos precursores duma arte a ir, nada mais velho que a arte anormal. De h muitos j que a estudam os psiquiatras em seus tratados, documentando-se nos inmeros desenhos que ornam as paredes internas dos manicmios. Essas consideraes so provocadas pela exposio da Sra. Malfatti. Sejam sinceros: futurismo, cubismo, impressionismo e tuttiquanti no passam de outros tantos ramos da arte caricatural. LOBATO, M. Paranoia ou mistificao: a propsito da exposio de Anita Malfatti. O Estado de So Paulo, 20 dez.1917 (adaptado). TEXTO II Anita Malfatti, possuidora de uma alta conscincia do que faz, a vibrante artista no temeu levantar com os seus cinquenta trabalhos as mais irritadas opinies e as mais contrariantes hostilidades. As suas telas chocam o preconceito fotogrfico que geralmente se leva no esprito para as nossas exposies de pintura. Na arte, a realidade na iluso o que todos procuram. E os naturalistas mais perfeitos so os que melhor conseguem iludir. ANDRADE, O. A exposio Anita Malfatti. Jornal do Commercio, 11 jan. 1918 (adaptado). TEXTO III MALFATTI, A. O homem amarelo, 1915-1916. leo sobre tela, 61 x 51 cm. Disponvel em: www.estadao.com.br. Acesso em: 28 fev. 2013. A anlise dos documentos apresentados demonstra que o cenrio artstico brasileiro no primeiro quartel do sculo XX era caracterizado pelo(a)

Questão 25
2016História

(ENEM PPL - 2016) A imagem faz referncia a uma intensa mobilizao popular e pode ser traduzida como

Questão 27
2016HistóriaSociologia

(ENEM PPL - 2016) A eugenia, tal como originalmente concebida, era a aplicao de boas prticas de melhoramento ao aprimoramento da espcie humana. Francis Galton foi o primeiro a sugerir com destaque o valor da reproduo humana controlada, considerando-a produtora do aperfeioamento da espcie. ROSE, M. O espectro de Darwin. Rio de Janeiro: Ziai 2000 (adaptado). Um resultado da aplicao dessa teoria, disseminada a partir da segunda metade do sculo XIX, foi o(a)

Questão 29
2016História

(ENEM PPL - 2016) As camadas dirigentes paulistas na segunda metade do sculo XIX recorriam histria e figura dos bandeirantes. Para os paulistas, desde o incio da colonizao, os habitantes de Piratininga (antigo nome de So Paulo) tinham sido responsveis pela ampliao do territrio nacional, enriquecendo a metrpole portuguesa com o ouro e expandindo suas possesses. Graas integrao territorial que promoveram, os bandeirantes eram tidos ainda fundadores da unidade nacional. Representavam a lealdade provncia de So Paulo e ao Brasil. ABUD, K. M. Paulistas, uni-vos! Revista de Histria da Biblioteca Nacional, n. 34, 1 jul. 2008 (adaptado). No perodo da histria nacional analisado, a estratgia descrita tinha como objetivo

Questão 34
2016História

(ENEM PPL - 2016) As informaes sugeridas por Antnio Manuel esto imersas em um jornal dividido entre o real e o que podemos chamar de situacional. O artista transforma todo o clima de represso na prpria matria de seu trabalho, utilizando os meios de comunicao como arma (irnica) contra a estrutura de poder de um Estado autoritrio. SCOVINO, F. Com as armas do inimigo. Revista de Histria da Biblioteca Nacional, n. 84. set. 2012 (adaptado). No contexto histrico descrito, a estratgia adotada por alguns segmentos da imprensa para a construo de uma crtica sociopoltica foi a de